A Filha Perdida, de Elena Ferrante
CLUBE DE ASSINATURAS DA INTRÍNSECA | INTRÍNSECOS
O que vou receber?
Todo mês você vai receber uma caixa surpresa com: 1) livro inédito no Brasil, em capa dura e edição colecionável; 2) revista com artigos, ilustrações e entrevistas para expandir o universo da leitura; 3) marcador; 4) cartão-postal colecionável e 5) brinde relacionado com a história. Todos os itens são exclusivos e não poderão ser encontrados nas lojas.
Este é o Mar, de Mariana Enriquez
Todo dia, de David Levithan
Quem postou?
Agrônomo, cultivo plantas, bons sentimentos e paz interior. Leio para entender um pouco mais do caos que somos. Escrevo para ouvir meus próprios pensamentos e de forma mais branda compreender o que estou sentindo em determinado momento. Procurando alguns minutos de clareza antes do ponto final..
O Diário de Helga - Helga Weiss
Como eu era antes de você - Jojo Moyes
O Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman
Sinopse: Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.
A culpa é das estrelas, de John Green
Sinopse: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Bela Maldade - Rebecca James
Antes que eu vá - Lauren Oliver
Um Dia, de David Nicholls
Crescendo - Hush Hush #2 - Becca Fitzpatrick
A vida de Nora Grey ainda está longe de ser perfeita. Sofrer uma tentativa de assassinato não foi a melhor das experiências, mas, pelo menos, Nora ganhou um anjo da guarda: Patch, que de angelical não tem absolutamente nada. Ele é lindo, irresistível, misterioso… e está com ela. O problema é que ele sido cada vez mais evasivo, e, o pior: parece muito interessado na grande inimiga de Nora, Marcie Millar. Não fosse isso, Nora jamais teria notado Scott Parnell, velho amigo da família que acaba de voltar para a cidade. Ainda que Scott a deixe furiosa na maior parte do tempo, é impossível não se sentir atraída. Lá no fundo, porém, ela tem certeza de que ele guarda um segredo.
Quem postou?
Meu nome é Jéssica, sou graduanda do curso licenciatura em História da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Fui estudante do curso de Direito - UEMG (2011-2017). Possuo experiência em docência pelo projeto Alunos do Bem, que visava ajudar discentes do terceiro ano de Escolas Públicas durante a pandemia. Fui integrante do grupo de pesquisa que desenvolveu o projeto: Metabolismo social - a transformação na Zona da Mata mineira (1920-1950), sob a orientação do Prof. Dr. Bruno N. Vitoretto. Atualmente ligada ao programa de Residência Pedagógica da CAPES.
O Segredo de Brokeback Mountain, de Annie Proulx
Brokeback Mountain foi escrito originalmente como um conto de uma revista e talvez por causa disso, o livro seja tão pequeno (72 páginas). Proulx se valeu de uma linguagem rasgada, sem rodeios, direta em sua verdade. Clichês do Velho Oeste americano estão presentes não por mera convenção, mas porque existem. Contudo, devido a curta narrativa, não se extrai a carga emotiva de cada momento que Enin passa ao lado de Jack (algo que no filme é largamente explorado).
A história narra a trajetória de dois jovens vaqueiros que passam todo um verão em uma montanha isolada, pastoreando as ovelhas. O tempo passa e com ele uma atração nasce e só faz aumentar. Logo Jack e Enin estão muito envolvidos e constroem um amor acima de quaisquer paradigmas de uma sociedade preconceituosa e opressora.
A breve segunda vida de Bree Tanner, de Stephenie Meyer
A menina que roubava livros, de Markus Zusak
Cresce com pouca comida, mas com muito carinho até que chega Max Vanderburg. Max é um judeu filho de um ex-companheiro de guerra de Hans, a quem ele prometeu proteger. E este personagem vai mudar a vida dos Meminger.
O terrível Mein Kampf (Minha Luta, de Adolf Hitler) dará o tom à história. Max é salvo por esse livro por se fazer passar por nazista até chegar à casa dos Meminger. A roubadora de livros pintará de branco as páginas do manual do nacional-socialismo e sobre elas o protegido da família escreverá uma linda história que, na obra de Markus Zusak, é publicada de maneira incomum, com a ortografia e os desenhos originais.
Através de fatos históricos importantes, Liesel é uma protagonista indefesa da guerra. “Roubando” livros de cunho semita (os quais o pai a ensinará a ler) e outros na casa da mulher do prefeito, a garota vai percorrer junto com o Füher a chacina da guerra.
Hush Hush, de Becca Fitzpatrick
O livro fala sobre Nora, uma adolescente centrada, inteligente e que pretende ir para a Universidade de Harvard (para quem não sabe, Harvard é uma das, senão a mais conceituada universidade do mundo). Sua vida se mantém do monótono ao normal até uma aula de Sexologia em que o Treinador redistribui a sala, retirando a sua habitual parceira e amiga Vee, para colocá-la com Patch, um novato estranho e misterioso cujo passado ninguém conhece.
Patch parece saber mais sobre Nora do que ela mesma. Ele conhece seus trejeitos, seus sonhos, seus anseios e seus medos… Sabe reconhecer cada atitude dela e não perde a oportunidade de constrangê-la com isso.
Nora se sente irritada com o perfil narcisista do garoto, que parece estar empenhado em irritá-la. Toda essa raiva, claro, só pode resultar em um romance.
A Hospedeira (The Host), de Stephenie Meyer
A Hospedeira é uma exceção. Por mais que o estilo de escrita de Meyer não se altere, mantendo seu foco na protagonista de forma extremamente intimista, percebe-se nesse livro uma diferença, uma maturidade que não é possível encontrar em Crepúsculo.
Crepúsculo, se formos mais a fundo, nada mais é do que uma descrição (um tanto quanto fantástica demais) da iniciação sexual de uma pré-adolescente. A Hospedeira trata-se de instintos, de poder, de filosofia de vida e de amor (como um livro de Stephenie Meyer não teria o amor como elemento principal?).
Contudo, ao contrário da saga vampírica que ganhou o mundo, esse livro é carregado de “falsa superficialidade”.
A história gira em torno de Peg (Peregrina) e Melanie Stryder. A raça de Peg é uma espécie parasita: durante anos ela tem invadido planetas, usando os corpos dos nativos como receptáculos e iniciando um processo “de purificação”. É sobre o pretexto de exterminar uma raça destrutiva e egoísta como os humanos, que os primeiros mensageiros dessa raça chegam a nosso planeta e, aos poucos, domina a Terra.
Para Sempre, de Alyson Noel
Os Imortais, uma das séries da Intrínseca, se caracteriza por aquele tipo raro de livro que surge e faz sucesso. Para sempre, publicado nos Estados Unidos em fevereiro de 2009, surpreendeu o mercado ao alcançar imediatamente o primeiro lugar nas listas de best-sellers. Desde então, mais de 300 mil exemplares foram vendidos, o segundo livro, Blue Moon (Lua Azul, em tradução livre), publicado em julho, seguiu o mesmo caminho, e o terceiro título, Shadowland, está prestes a ser lançado no país com grande expectativa. Devido ao sucesso, a escritora norte-americana Alyson Noël produzirá, em 2010, mais três tomos do romance entre a adolescente Ever Bloom e o jovem e belo Damen.
Apesar de algumas semelhanças com a narrativa de Meyer (se eu não soubesse, juraria que Damen era um vampiro), Noël inova em uma narrativa fácil e limpa. Traz a tona temas como mediunidade, espiritualidade e encarnação.
Há alguns anos, Ever era popular, líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, a irmãzinha e a cadela Buttercup. Até que um desastre de automóvel transforma tudo em um pesadelo angustiante.
Durante uma viagem, Ever pede aos pais que retornem à sua casa para que ela possa pegar um casaco das cheeleaders. Quando voltam à estrada, um animal na pista é responsável por um desastre que mata a todos da família e transporta a garota a uma EQM (Experiência Quase-Morte). Ela se lembra de um imenso jardim, na qual os pais e a irmã mais nova atravessaram a ponte e ela ficou para trás. Depois de retornar, ela só recorda de uma voz doce que a despertou.
Desde então, Ever pode ver auras. Cada cor de aura representa um estado de espírito (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, violeta, índigo, rosa, cinza, marrom, preto e branco). Ela também adquiriu capacidade de ver espíritos, ler pensamentos e tomar ciência de toda a vida de uma pessoa só de tocá-la. Isso a afundou em um mundo só seu, da qual não pode se libertar, acabou por torná-la no tipo de pessoa que antes ela repudiava.
Até que surge Damen. De alguma forma ela não consegue ler seus pensamentos nem ver sua alma. Quando ele a toca, todo o resto do mundo parece se calar. Nada de mentes fúteis, nada de cores cegantes nem de fantasmas. Mas algo gira em torno de Damen. O que ele é? Como tem tanto dinheiro? Por que ele lhe entrega tulipas vermelhas com tanta frequência?
Ao lado de Damen, Ever vai descobrir a sua verdadeira vida, vai travar batalhas com inimigos que ultrapassam a barreira da vida e vai viver um amor tão intenso que nem mesmo o tempo pode dissolver.
Noël deixa nas entrelinhas uma pergunta: até que ponto podemos nos culpar por peripécias do destino? Mediunidade é um dom ou uma maldição?
Bom, o livro é universal e qualquer pessoa pode ler, mas eu o recomendaria também para espíritas. Pessoas iniciadas na doutrina codificada por Kardec vão encontrar nas palavras de Noël, preceitos básicos dessa religião, sem que isso impeça que a história flua.
Você também vai perceber que para Damen e Ever, o verdadeiro amor não tem fim.
P.S.: Alyson Noël cederá entrevista exclusiva para mim ainda esse mês. Apesar do material completo só poder ser lido na íntegra na Revista Lit!, em agosto, postarei uma pequena prévia por aqui. Siga o blog e seja o(a) primeiro(a) a saber! \o/
Livro: Para Sempre — Livro #1
Série: Os Imortais
Autora: Alyson Noël
Páginas: 295
Editora: Intrínseca
— Resenha escrita por Igor Silva.
Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver
Nesse contexto, sempre me fascinou explorar o lado B dos personagens, compartilhar de seus dramas e seus dilemas e vasculhar o passado de cada um como forma de provar que cada indivíduo envolvido na história é produto de um meio que, positiva ou negativamente, contribuiu em demasia para formação de um caráter desviado ou não.
Por isso, talvez, Enigma do Príncipe seja o segundo livro na lista dos que mais gosto na série (o primeiro é O Cálice de Fogo). A forma como a autora “desconstruiu” e desmistificou o vilão, temido por todos, a um simples ser humano solitário me fascinou. Pela primeira vez cai a máscara do Lord das Trevas, uma figura que incita medo, para dar lugar a Tom, um jovem moralmente fraco, abandonado e que se vale de maldade para suprir sua carência inconsolável de afeto.
O mesmo acontece com Severo Snape, mas não pretendo me demorar muito nesse personagem em especial, visto que já preparei uma Caricatura sobre ele que vocês poderão ler em breve. De certa forma, as mentes doentias do mundo potteriano são interrogações para quase todos. É necessário compreender conceitos em psicologia e sociologia, avaliar o desvio de cada um, para finalmente chegarmos a um perfil que, ao menos até agora, considero dissimulado.
Foi na busca por obras que versassem sobre o assunto que encontrei um livro interessante: Precisamos falar sobre o Kevin da americana Lionel Shriver.
































